Bengals precisam se desfazer de Marvin Lewis para progredir

Com a derrota na semana 13 para o Denver Broncos, o Cincinnati Bengals soma quatro resultados negativos seguidos. A modesta campanha de 5-7 expõe cada vez mais as limitações da equipe, que também sofre com lesões importantes. Sem Andy Dalton e agora, AJ Green, a temporada de 2018 está praticamente finalizada.  O desempenho ruim da franquia faz com que muitas questões sejam revistas. E é nesse ponto que tudo converge para o head coach Marvin Lewis.

O técnico está a frente da equipe desde 2003, com números de 130 vitórias, 118 derrotas e 3 empates. Mas, desde 2015 não vai aos playoffs e não vence mais de 7 jogos há três temporadas. Faltando 4 partidas para o fim de 2018, a defesa não consegue parar os adversários e o ataque, além dos desfalques já citados, não move a bola com consistência. Logo, é muito improvável que franquia vença algum dos próximos adversários: Chargers, Raiders, Browns e Steelers.

O contrato de Lewis foi renovado no ano passado, e divulgado que o novo acordo seria de dois anos. Porém, o jornalista Ian Rapoport, da NFL Network, afirmou recentemente que a duração foi de um ano, mais a opção dos Bengals de renovação de por mais um. São 15 anos que o head coach está em Cincinnati. A mudança no método de trabalho, enraízado desde 2003, pode gerar bons frutos em um possível reconstrução do elenco. O desgaste na relação entre Lewis, torcida e jogadores é latente, principalmente nas últimas temporadas, com desmontagem de plantel e resultados ruins.

Para Marvin Lewis a movimentação também poderia ser positiva. Ele poderia se encaixar em situações que demandam experiência em montagem de time, porém em um ambiente completamente novo. Poucos anos atrás o elenco dos Bengals era um dos mais equilibrados da NFL, e o head coach tem seus méritos. Algumas escolhas questionáveis no draft, como John Ross, podem afastar Lewis dessa sua qualidade e de alguns possíveis destinos.

Portanto, o rompimento entre Marvin Lewis e Cincinnati Bengals é bom para os dois lados. Ambos precisam seguir em frente. O técnico deve ir em busca de novos ares e situações em que suas qualidades se encaixam e a franquia de um head coach que motive os jogadores, torcida e diretoria. Vícios tendem a se esfarelar e as questões se acertarem.

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