Abrindo o Playbook – Quais times 0-2 vão conseguir chegar aos playoffs?

 Quais times que começaram 0-2 vão conseguir se recuperar?

Desde 2007, 83 times começaram a temporada com duas derrotas nos dois primeiros jogos. Delas, apenas nove (9,2%) conseguiram se recuperar e chegar aos playoffs. Todo ano essa estatística é repetida, eu sei. Esse ano temos nove times com o retrospecto de 0-2: New York Jets, Cleveland Browns, Cincinnati Bengals, Los Angeles Chargers, Indianapolis Colts, Chicago Bears, New Orleans Saints, New York Giants e San Francisco 49ers. Qual desses tem a maior chance de se recuperar?

O único que vejo com chance realista é o Los Angeles Chargers. É um time com muito talento e que perdeu dois jogos com erro de Field Goals nos últimos segundos. É uma divisão muito difícil, mas acredito que a equipe pode se recuperar. Se Andrew Luck voltar jogando no seu melhor nível, quem sabe o Indianapolis Colts? São os únicos que vejo possibilidade, mesmo assim chances remotíssimas para os Colts.

 Que história maluca do LB Lawrence Timmons

Vocês viram o que aconteceu com Lawrence Timmons nesse final de semana? O linebacker sumiu no sábado à noite, o time chegou a chamar a polícia porque ninguém sabia o seu paradeiro, ele foi encontrado no aeroporto de Los Angeles, não foi relacionado para o jogo contra os Chargers e agora foi suspenso indefinidamente. Tudo que foi falado é que Timmons teve um ‘problema pessoal’ e segundo Adam Schefter ele se encontraria com os médicos da equipe nesta semana. O que será que aconteceu? Eu sou o único interessado nessa história? Adam Gase não parecia satisfeito com o LB, será que foi apenas uma indisciplina ou foi um problema psicológico?

 O Paulinho pode ganhar a bola de ouro no Barcelona que não mudará o fato dele ser o culpado pelo seu fracasso no Tottenham

A raiva que tenho dele não é relacionada com o fato dele ter jogado no Corinthians, foi pela passagem dele pelo Tottenham mesmo. E os idiotas agora zombando dos Spurs: jogar no campeonato espanhol é muito mais fácil que na Premier League, isso é um fato incontestável. E o próprio jogador pode ter evoluído nesse tempo, o que seria natural. Agora quem acha que a culpa do fracasso dele no Tottenham ou é idiota e não o viu jogar lá, ou é mau caráter.

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 Top 10 shows que fui

O Rock in Rio está aí a todo vapor. Maroon 5 tocando todo dia, caos no trânsito, filas enormes, calor absurdo, uma maravilha! Hoje em dia até que não, mas teve um período da minha vida que ia em muitos shows, então aproveitei esse clima aqui no Rio de Janeiro para fazer algo que já pensava há algum tempo, uma lista com os dez melhores shows que já fui.

1 – Oasis (2009)

Último show da banda no Brasil e um dos últimos antes deles se separarem. Único hit que não teve foi ‘Live Forever’, que porque eles não estavam tocando essa música durante essa turnê, não sei o porquê. Foi no antigo Citibank Hall, que acho que agora se chama Metropolitan, que é uma casa de shows com um bom tamanho aqui no Rio de Janeiro, não tão grande mas também não é pequena. Oasis é a minha banda favorita e foi bem no auge do meu fanatismo, então foi uma apresentação bem especial. Detalhe, eu apareci na transmissão oficial no Multishow, como vocês podem ver aqui:

2 – Rodrigo Amarante (2015)

Como vocês podem ver, nove desses dez shows foram entre 2011 e 2015, um período curto. Essa época foi um encaixe perfeito de ter tempo disponível, disposição e a época que eu mais gostava de música. Agora, com um pouco mais de experiência, vejo que shows menores são infinitamente melhores que grandes apresentações em casas gigantes, estádios ou festivais. Nada supera você estar em um espaço pequeno com o artista que você realmente gosta, no máximo umas 200, 300 pessoas, sem confusão, filas enormes, luta para ficar amassado o mais perto do palco possível.

O exemplo maior disso foi esse show do Rodrigo Amarante. Fiquei sabendo dele quando inicialmente seria uma apresentação secreta no Parque Lage, mas acabou que ele resolveu divulgar a apresentação para os fãs. De graça, num lugar bem agradável, um semi palco muito pequeno, foi espetacular. Uma energia incrível, duas horas de apresentação, músicas dele, do Los Hermanos, Little Joy e Orquestra Imperial. Foi bem diferente de qualquer outro show que fui, o tipo de experiência que acho que nunca vou conseguir repetir.

3 – The Vaccines (2012)

O Circo Voador é o melhor lugar para shows no Rio de Janeiro. O tamanho é o ideal, a localização é boa, você fica muito perto do seu artista. Na minha primeira versão da lista eram três shows lá no Circo, mas acabei mudando para apenas dois.  The Vaccines era uma banda que eu gostava muito, ainda curto mas nem tanto, e a apresentação foi na turnê do segundo CD, que é tão bom ou talvez melhor que o primeiro. O setlist foi muito bom e a performance muito mais energética do que eu esperava. Se fosse numa arena para 10 mil pessoas, não seria tão bom como foi.

4 – Noel Gallagher High Flying Birds (2012)

Noel Gallagher provou que era a peça mais importante do Oasis, tendo uma carreira muito melhor que o seu irmão após o término da banda. Nesse show solo ele tocou músicas do seu projeto solo, com algumas do Oasis misturado e foi uma apresentação incrível de um dos maiores gênios da história da música.

5 – Los Hermanos (2015)

Eu sei que Los Hermanos são alvos de piadas e ódios na Internet, mas sinceramente não estou nem aí. É a minha banda brasileira favorita com sobras e o show de 2015, na Marina da Glória, foi incrível. Pode parecer que não, mas as músicas do LH funcionam muito bem ao vivo.

6 – Los Hermanos (2012)

Segundo show do Los Hermanos na lista (terceiro se contar o Rodrigo Amarante). Esse acabou ficando atrás do outro porque atrasou muito, cerca de duas horas, e nada me deixa mais irritado que atraso. Mas foi um showzaço também.

7 – Móveis Coloniais de Acaju (2012)

Móveis Coloniais de Acaju é o maior exemplo de banda que ao vivo é mil vezes melhor. O estilo de música animado e com muitos músicos no palco funciona muito bem. Um ponto importante é que ela era popular, mas nem tanto, o equilíbrio perfeito que a fazia tocar constantemente aqui no Rio de Janeiro, mas em lugares não tão grandes e sem um público gigantesco. Foi difícil escolher uma só, acabei optando pela do Circo Voador em 2012.

8 – Franz Ferdinand (2014)

Eu perdi o histórico show deles no Circo Voador em 2006, acabei não podendo ir no da Fundição Progresso que aconteceu alguns anos depois, mas em 2014 não perdi. Foi no Vivo Rio, no Aterro do Flamengo, e foi muito melhor que a do Lollapalooza de 2013. Destaque também para o show de abertura, do ‘The Hives’, que é excelente também.

9 – Muse (2013)

De todas essas bandas, Muse é a que gosto menos hoje em dia. Ainda assim, reconheço que foi um showzaço e gostei muito na época. Acabei indo em duas apresentações deles em um espaço de um ano, no Rock in Rio em 2013 e no Lollapalooza em 2014. A do Lolla foi bem pior, o vocalista Matt Bellamy estava doente. A do RiR foi excelente, tanto que esteve em tudo quanto é lista das melhores apresentações daquele festival.

10 – The Strokes (2011)

The Strokes é uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos, mas não tenho problema em reconhecer que eles não são tão bons ao vivo. Quem os assistiu no Lollapalooza desse ano sabe o que estou falando. No longínquo ano de 2011, no extinto Planeta Terra, a banda voltou ao Brasil após uns quatro anos para tocar apenas uma vez. Foi o meu primeiro festival e cometi muitos erros. Primeiro eu fui de ônibus do Rio de Janeiro no dia mesmo, mas fui muito cedo e acabei chegando lá logo na abertura dos portões, um erro que me arrependo até hoje. Quando os Strokes enfim subiram no palco eu estava lá há mais de onze horas e no momento do show não estava passando muito bem, o que influencia a minha avaliação. Foi uma performance bem melhor que a do Lolla, um bom setlist, se eu tivesse melhor na hora quem sabe estaria mais alto na lista. O ranking é meu, se não gostou faça o seu. Você sabe para quem é esse recado.

 

 

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